Vou vogando sem rumo e a angústia persegue-me para onde quer que vá.
Não sei como ainda tenho tanto choro em mim!
As lágrimas em rio, formam uma cascata abundante.
Soluço, tremo e estou cansada mas o corpo não quer descansar e nas muitas noites mal dormidas
o meu pensamento vai apenas numa direcção...
Não posso fechar os olhos, não me permito tirar-te do pensamento. Vivo em função de um sonho,
de alguém que se quer tanto e que nunca está lá!
Sei que caminho sozinha, ao meu lado não vejo ninguém. Olho para trás e vejo-te de costas voltadas.
Esta ausência de ti é o mais penoso, mas se te deixei ficar foi porque tu próprio não me quiseste acompanhar!
Sem ti, perco-me entre a escuridão, desespero-me neste silêncio ensurdecedor!
Faltam-me as tuas palavras, as tuas frases, a tua voz...
Sinto-me vazia... despojada...
Sou um nada no meio de tudo!
E sei que se partir, ninguém me vai buscar!
«Do que sinto mais falta?! da grande cumplicidade que nos unia, de falar abertamente sobre tudo...
e tu, fechaste-te para mim!»
Não sei como ainda tenho tanto choro em mim!
As lágrimas em rio, formam uma cascata abundante.
Soluço, tremo e estou cansada mas o corpo não quer descansar e nas muitas noites mal dormidas
o meu pensamento vai apenas numa direcção...
Não posso fechar os olhos, não me permito tirar-te do pensamento. Vivo em função de um sonho,
de alguém que se quer tanto e que nunca está lá!
Sei que caminho sozinha, ao meu lado não vejo ninguém. Olho para trás e vejo-te de costas voltadas.
Esta ausência de ti é o mais penoso, mas se te deixei ficar foi porque tu próprio não me quiseste acompanhar!
Sem ti, perco-me entre a escuridão, desespero-me neste silêncio ensurdecedor!
Faltam-me as tuas palavras, as tuas frases, a tua voz...
Sinto-me vazia... despojada...
Sou um nada no meio de tudo!
E sei que se partir, ninguém me vai buscar!
«Do que sinto mais falta?! da grande cumplicidade que nos unia, de falar abertamente sobre tudo...
e tu, fechaste-te para mim!»
Sem comentários:
Enviar um comentário