Somos a pedra que na terra antiga
foi moldada pelas mãos pacientes
e abandonada às condições climatéricas.
A marca do tempo entrou-nos pelo rosto!
Resta a esperança de salvar a nossa história
de passar a outras gerações o que fizemos
e pela humilde aceitação da sorte
guardaremos as almas em corações alheios!
Suzana Duarte